GoldenEye foi o segundo e último filme de Bond a ser adaptado para um romance pelo escritor John Gardner. O livro segue de perto sua trama, mas o autor adicionou uma sequência violenta antes do salto de bungee jump de abertura, na qual Bond mata um grupo de guardas russos, uma alteração que foi mantida e explorada no game GoldenEye 007.

No livro, quando um misterioso satélite russo conhecido como GoldenEye é ativado, uma devastadora arma de pulso eletromagnético ameaça lançar o mundo em um caos total. A única esperança de impedir essa catástrofe global é James Bond. Sua missão: descobrir quem está por trás do ataque e impedir que a arma seja usada novamente.

Bond parte para uma perigosa jornada que o leva da Rússia à Cuba, enfrentando traições, velhos inimigos e uma conspiração que envolve seu antigo colega, Alec Trevelyan (006), que ressurgiu das sombras como líder da temida organização Janus. Ao lado da programadora de computadores Natalya Simonova, a única sobrevivente do ataque inicial, Bond precisa desvendar uma trama de vingança pessoal e ambição desmedida.

Nessa história repleta de ação, espionagem e reviravoltas, o destino do mundo está, mais uma vez, nas mãos de James Bond. Mas o agente 007 precisará enfrentar não apenas uma ameaça tecnológica sem precedentes, como também os fantasmas do seu próprio passado.

O livro foi o penúltimo romance de Bond escrito por Gardner. Após o livro Cold, o autor se aposentaria de narrar as aventuras de 007, deixando o cargo para o americano Raymond Benson, que assumiu a série e também escreveu as novelizações dos três filmes restantes de James Bond estrelados por Pierce Brosnan: Tomorrow Never Dies, The World Is Not Enough e Die Another Day.